Campeão peso-galo do WSOF, Marlon Moraes revela desejo de enfrentar um atleta do UFC e opina sobre casos de antidoping

Considerados por muitos como um dos melhores pesos-galos do mundo, Marlon Moraes é um dos principais destaques do WSOF e ainda é o dono do cinturão dos galos. Com...

Considerados por muitos como um dos melhores pesos-galos do mundo, Marlon Moraes é um dos principais destaques do WSOF e ainda é o dono do cinturão dos galos. Com o cartel de 14 vitórias, quatro derrotas e um empate, o atleta de Nova Friburgo, ainda não sabe o que é perder na organização, na qual, soma sete triunfos e nenhum revés.

(Foto: WSOF)

(Foto: WSOF)

Em seu último combate Marlon defendeu, pela primeira vez, seu cinturão contra o canadense Josh Hill, que lutava dentro de casa no Edmonton Expo Centre, em Canadá. O duelo foi válido pelo WSOF 18 e o brasileiro sagrou-se vitorioso na decisão unânime dos juízes. Moraes comentou sobre esse confronto na casa do oponente:



“Como eu falei antes do combate, nada muda depois que o cage fecha. Somos somente eu e meu oponente. Estou muito feliz com o resultado e me senti muito bem lutando lá, pois os canadenses são muito fãs do esporte” frisou o campeão.

Sendo dominante em sua categoria dentro do WSOF, e um dos lutadores destaques de nível mundial, Moraes revelou desejo de enfrentar um oponente específico. Seria ele o ex-campeão do WEC, o “California Kid”, Uriah Faber.

“Tenho vontade de enfrentar os tops, mas o Faber, por ser um cara que carregou a bandeira das categorias mais leves por um bom tempo e por ser um dos melhores do mundo, em minha opinião”, destacou Moraes.

Montagem: Nocaute na Rede

Montagem: Nocaute na Rede

Infelizmente, o MMA vem passando por alguns casos de doping com seus atletas. Um assunto bem polêmico e muito aberto para discussões.

Um dos casos de doping que mais chocou o mundo, o de Anderson Silva, que foi flagrado nos exames antidoping antes e depois do combate contra Nick Diaz, teve uma repercussão muito grande.Moraes deixou um breve pensamento sobre doping e o que deve ocorrer com atletas que são p

egos nesse tipo de caso.

“Acho que independente de nome o cara deve ser punido, o tratamento deve ser punido, o tratamento deve ser o mesmo para todos. Acho injusto com o esporte e com outros atletas” 

Aos 28 anos de idade, Marlon Moraes vive um dos melhores momentos de sua carreira. Com sete vitórias consecutivas, sendo dono do cinturão dos pesos-galos no WSOF, o brasileiro pode ser considerado um dos melhores lutadores do mundo em sua categoria.

Confira na íntegra mais algumas perguntas feitas com o campeão:

NR: Marlon, você é considerado um dos melhores pesos-galos do mundo. Como você se sente com isso?

Marlon Moraes: Muito feliz e muito motivado em continuar aprendendo em busca do posto de número um do mundo. Esse é o meu gol e vou buscá-lo.

NR: Como nasceu a ideia de ser lutador profissional de MMA? Conte um pouco mais da sua história.

Marlon Moraes: Eu lutava Muay Thai mas já vinha treinando Jiu-Jitsu. Um amigo meu, o Guto, me convidou para fazer uma luta de MMA no evento em que ele estava organizando. O meu amigo e professor de Jiu-Jitsu abraçou a ideia e me ajudou muito. Conseguimos uma boa vitória e assim não parei mais.

NR: Você defendeu, pela primeira vez, seu cinturão do WSOF contra Josh Hill na casa dele. Qual foi a sensação de lutar na casa de seu oponente?

Marlon Moraes: Como eu falei antes do combate, nada muda depois que o cage fecha. Somos somente eu e meu oponente. Estou muito feliz com o resultado e me senti muito bem lutando lá, pois os canadenses são muito fãs do esporte.

NR: Você e o Toquinho são campeões do WSOF. Com ambos sendo donos de cinturões, você acha que a organização ganha mais espaço no Brasil?

Marlon Moraes: Sim, com certeza. O público gosta de seguir e saber que temos campeões brasileiros é uma motivação a mais para todos os lutadores brasileiros.

PERGUNTA: Em um possível duelo entre Marlon e Faber, quem se consagraria vencedor? Comentem.

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Escrito por João Carlos Cavalcanti



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