Campeões da primeira temporada do XFC no Brasil falam sobre conquistas

Em parceria com a Rede TV, o XFC Internacional desembarcou no Brasil em fevereiro deste ano com a proposta de descobrir e apresentar ao mundo a nova geração do...

Em parceria com a Rede TV, o XFC Internacional desembarcou no Brasil em fevereiro deste ano com a proposta de descobrir e apresentar ao mundo a nova geração do MMA. O sistema de torneios (GP) adotado pela organização tornam as lutas mais emocionantes à cada etapa, coroando o melhor de todo o semestre e não apenas de uma noite. No dia 7 de junho aconteceu nos estúdios da Rede TV em São Paulo, a quinta-edição do evento, o qual marcou o final da primeira temporada. A noite apresentou ao mundo os campeões de quatro categorias, duas outras estavam programadas para a mesma noite mas por conta de lesões e impedimentos médicos tiveram suas definições adiadas para o segundo semestre. 

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Myron Molotky, Silvana Juarez e Eduardo Duarte (Foto: Wayne Camargo / Divulgação XFCi / RedeTV)

A primeira final de GP foi também a eleita pelos internautas como melhor luta da noite. A argentina Silvana “La Malvada” Juarez mais uma vez mostrou que tem muito coração. Em luta similar à primeira eliminatória do torneio, Juarez seguia sendo castigada pela adversária, quando no terceiro round conseguiu encaixar um justo arm-lock, obrigando Mayerlin Rivas da Venezuela dar os três tapinhas. Uma incrível virada que foi aplaudida em pé pela torcida presente.



“Foi uma luta espetacular. Quando vejo o vídeo, me emociono e vou as lágrimas com a intensidade daquele momento, me sinto muito orgulhosa por ser a campeã. Quero permanecer assim e ir em busca do cinturão. Desde o momento que assinei o contrato com o XFC, eu disse a mim mesma que vou me permitir sonhar com os pés no chão, estou disposta a deixar tudo para cumprir este grande objetivo”, declarou “La malvada”, que além de lutadora é jogadora de rúgbi na Argentina.

A final entre os médios foi protagonizada por dois faixas pretas: Thiago Rela e Alberto Uda.

O atleta da Checkmat havia encerrado os combates anteriores de modo rápido na organização, foram duas lutas com duas vitórias por finalização no primeiro round. Enquanto o catarinense Uda vinha surpreendendo ao aceitar os combates em pé: Venho do Jiu-Jitsu, mas gosto da luta em pé e o público também. (Risos)”, explicou ele.

“Eu tinha duas estratégias, uma delas era levar para o segundo round. Mas quando ele caiu na minha guarda e faltavam dois minutos para acabar, botei o Jiu-Jitsu em dia, já que nunca deixei de treiná-lo. Ser campeão é uma sensação muito boa, por todo trabalho que foi feito e por ter conseguido colocar tudo em prática”, concluiu Alberto Uda, após finalizar Thiago Rela com um triângulo no primeiro round.

Uma das melhores lutas desta temporada foi protagonizada pelos levinhos Natan Schulte e Gláucio Eliziário, das renomadas equipes Team Nogueira Joinville e Nova união, respectivamente. Natan mostrou que o apelido “Russo” não faz jus somente a semelhança física com os nativos do país gelado, ele é tão duro quanto. E foi às lágrimas ao ser anunciado campeão do GP após três movimentados rounds de muita trocação.

“Eu fiquei muito feliz e emocionado ao ser declarado campeão, porque são muitas as dificuldades que a gente passa, e eu fiz três lutas bastante duras. Me preparei muito para enfrentar o Gláucio, sabia quanto ele era duro e que não podia dar brecha pra ele. Treinei muito, estava focado e determinado, por isso fiquei tão feliz e emocionado”.

Felipe Douglas “Buakaw” e Alejandro Villalobos fecharam a noite em duelo marcado pelo patriotismo de ambos. Enquanto Felipe exibia um moicano com as cores do Brasil, Alejandro entrou com a bandeira e Hino da Costa Rica. Se na semi-final contra um argentino, Villalobos pôde contar com o apoio da torcida, desta vez ele estava “sozinho”, o que não preocupou o campeão peso pena, que já está acostumado a lutar no Brasil:

“Sou muito agradecido ao público brasileiro pelo apoio. Espero estar ganhando a confiança para ter a amizade de todos”.

O resultado positivo sobre o brasileiro veio no terceiro round com mata-leão. E para Alejandro, mais que uma vitória, era um sonho realizado:

“A sensação e emoção de ser campeão do XFC Internacional é muito gratificante. Antes, ter sido campeão internacional aqui na Costa Rica era meu maior feito, agora esta é a minha maior conquista. As pessoas vêm até mim, parabenizam, pedem fotos… Ser campeão no Brasil tem muito mais peso. Meu próximo objetivo é conquistar o cinturão do XFC, e vou lutar para alcançá-lo”.

Sucesso de audiência, a primeira temporada do XFC International, promoveu combates eletrizantes e apresentou ao mundo talentos do Brasil, Argentina, Costa Rica, Colômbia, México, Chile, Paraguai, Panamá, Equador e Venezuela. Em agosto o evento desembarca novamente no país onde dará início a sua segunda temporada. Mais cinco eventos serão realizados em 2014 e uma nova geração de lutadores será revelada.

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