Cheick Kongo, EXCLUSIVO para o Nocaute na Rede

Cheick Kongo é um dos maiores, se não o maior, nome francês no MMA. O atleta já lutou em eventos como Rings, UFC e atualmente está no Bellator. Dia...

Cheick Kongo é um dos maiores, se não o maior, nome francês no MMA. O atleta já lutou em eventos como Rings, UFC e atualmente está no Bellator. Dia 26 de junho, fará a luta principal do Bellator 139, contra Alexander Volkov.

Kongo possui hoje um cartel com 34 lutas, 21 vitórias (12 nocautes, 4 por finalização, 5 por decisão), 11 derrotas (3 nocautes, 1 por finalização, 7 por decisão) e 2 empates. Já lutou com grandes nomes do MMA mundial, como Mirko Cro Cop, Cain Velasquez, Frank Mir, Travis Browne, Mark Hunt, Roy Nelson e por aí vai.



Em sua última luta, enfrentou Muhammed ‘king mo’ Lawal, no Bellator 134, e acabou sendo derrotado por decisão dividida. E foi pouco tempo depois desse combate que Kongo respondeu algumas perguntas, com EXCLUSIVIDADE, ao Nocaute na Rede. O lutador falou sobre sua última luta, contra King Mo, aposentadoria, lutadores com quem ainda deseja lutar e sobre o fato do MMA ser proibido em seu país, França. Confiram logo abaixo.

(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Nocaute na Rede: Em sua última luta, contra King Mo, ao final da luta você pareceu não ter concordado com o resultado. Você acha que o resultado da luta foi errado? A vitória deveria ter sido dada para você?

É difícil julgar quando se está lá dentro. Eu poderia ter ganho, mas o resultado foi justo. Muhammed Lawal é um grande lutador e foi melhor do que eu naquela noite. Da próxima vez farei melhor.

Nocaute na Rede: Você já possui 40 anos, quase 15 anos como profissional de MMA. Aposentadoria, é algo que você já está pensando?

Eu ainda me sinto bem, estou muito bem para um lutador de 40 anos, e enquanto eu me sentir assim, não penso em me aposentar. Talvez daqui a 2 anos, mas primeiro quero ganhar o cinturão dos pesos pesados do Bellator.

Nocaute na Rede: Tem algum lutador em atividade que você tem o desejo de enfrentar?

Eu adoraria ter uma revanche contra Cain Velasquez. E também, é claro, lutar contra Fabrício Werdum, o novo campeão dos pesos pesados do UFC. Pelo Bellator, provavelmente irei enfrentar o Bobby Lashley, se ganharmos nossas próximas lutas.

Nocaute na Rede: Como sabemos, o MMA na França continua a ser proibido. Após a aposentadoria, você pensa em trabalhar para que chegue ao fim essa proibição ou planeja apenas relaxar, curtir a família, quem sabe até iniciar uma carreira como treinador?

Já comecei a gerir alguns lutadores, como Iony Razafiarison, que vocês poderão conferir lutando também no Bellator 139. Estou trabalhando em alguns negócios para que eu possa dar um bom suporte para minha família. Sobre o MMA ainda ser proibido na França, isso é uma vergonha. Tenho trabalhado para que haja a legalização há anos, mas é muito complicado. Mas eu sou paciente, mais cedo ou mais tarde o governo não terá outra escolha. Estou confiante, sempre

 

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Entrevista e texto, por Kaio Teixeira Lima



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Pai, marido, neto, amante da família; filho de Deus; Graduando em Comunicação Social (Rádio e TV) na Universidade Federal do Maranhão; Editor chefe do Nocaute na Rede,; Redator nas seções de MMA nacional e internacional; Apaixonado por rádios, jornais, livros, podcasts, filmes, séries, comidas, esportes em geral; MMA é uma paixão absurda; Praticante de MMA e muay thai; Crítico Social
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