Entrevistamos Bruno Cappelozza, representante brasileiro no Grand Prix do Rizin Fighting.

Atual detentor do cinturão dos Pesados do Jungle Fight, Bruno Cappelozza há pouco foi escolhido para representar a franquia e nosso país no primeiro GP do Rizin Fighting, evento...

Atual detentor do cinturão dos Pesados do Jungle Fight, Bruno Cappelozza há pouco foi escolhido para representar a franquia e nosso país no primeiro GP do Rizin Fighting, evento que promete dar uma nova vida ao saudoso Pride.

Bruno é natural de Jaú, São Paulo e com 26 anos se destaca como um dos melhores atletas de MMA da sua categoria no cenário nacional. Cappelozza iniciou sua carreira profissional em 2010 e de lá para cá foram sete vitórias e três derrotas. O brasileiro promete vencer o torneio e fazer muito mais na organização japonesa que está deixando todos os fãs do esporte ansiosos por sua estreia.



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Bruno Cappelozza confirmando sua participação no GP. (Foto: Leonardo Fabri)

Confira a entrevista na íntegra:

Como e porque começou a treinar MMA?

Comecei com artes marciais aos meus 7 anos com o caratê. Fiz vários outros tipos de lutas em seguida. Assistindo o Pride tive vontade de lutar MMA. Foi aí que comecei.

Qual sua maior inspiração no mundo da luta?

Bom, tenho vários ídolos. Mas Fedor Emelianenko, Wanderlei Silva, Júnior Cigano e Anderson Silva são os principais.

 Você está prestes a estrear em um evento com um formato diferente dos demais, o Rizin Fighting, acredita ser o início de uma nova era no MMA?

Bom, acredito que o Rizin seja um evento à parte. Acho que as regras do MMA moderno não mudarão, mas estou muito satisfeito e feliz em lutar lá.

Como foi sua preparação para as lutas do Grand Prix?

Estou fazendo uma preparação diferente tanto física como técnica, já que o primeiro round é de dez minutos e algumas regras são diferentes.

Qual o desafio mais difícil de um Grand Prix?

Todos os desafios são difíceis, todos os lutadores saíram de grandes eventos e se qualificaram para lutar o Rizin.

Quem você vê como o adversário mais difícil do GP?

Bom, como já disse anteriormente, todos os atletas são campeões de grandes eventos, então creio que todas as lutas serão difíceis.

Seu contrato é apenas para o Grand Prix ou você fará mais lutas na nova organização?

Não assinei nada de contrato ainda. Acho que assinarei no dia em que retornar ao Japão. Só assim vou saber do meu futuro no Rizin.

Há a possibilidade de um confronto com Fedor Emelianenko, caso você seja campeão do torneio?

Creio que há uma grande possibilidade sim. Fedor ou uma luta em outra categoria. Ainda não sei ao certo como será isso. Mas, lutar contra um dos meus maiores ídolos seria um grande sonho.

O que os brasileiros podem esperar do nosso representante no primeiro GP do Rizin Fighting?

Darei o meu melhor para representar o Brasil. Espero que consiga fazer grandes lutas e trazer o cinturão para o nosso país.

Deixe um recado para os leitores do Nocaute na Rede que estarão na torcida por você no fim do ano.

Gostaria de mandar um abraço para todos que acreditam em meu trabalho e pedir energias positivas e orações. Agradeço também pela oportunidade da entrevista.

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                                                      Escrito por Ton Freitas



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Lutas

Mineiro de Ubá, praticante de caratê, e formado em Produção Multimídia. Fã de MMA desde 2005, editor da galeria dos Campeões do UFC e redator de MMA Internacional.
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