Exclusivo: Nocaute na rede entrevista o principal arbitro do MMA brasileiro

Mario Yamasaki de 52 anos é simplesmente o maior arbitro do MMA nacional, deste jovem praticava artes marciais e chegou até abrir uma academia renomada no EUA, contará mais...

Mario Yamasaki de 52 anos é simplesmente o maior arbitro do MMA nacional, deste jovem praticava artes marciais e chegou até abrir uma academia renomada no EUA, contará mais um pouco sobre sua família e a desenvoltura que o MMA trouxe para os fãs.

Como é arbitrar no maior evento de MMA da terra?



A energia de estar no centro do octógono com 20 mil pessoas gritando é inexplicável, é sempre uma emoção muito grande estar dentro do octógono mesmo depois de tantos anos. A alegria e a seriedade são as mesmas, a responsabilidade só aumenta, amo meu trabalho e fazer parte disso é gratificante.

. O sinal do coração é uma dedicatória aos seus filhos ou tem algo a mais?

Hoje em dia é uma dedicatória aos meus filhos; minha filha, que é mais velha, sempre pedia para fazer algo pra ela, pois antes eu só fazia o sinal de heavy metal e hang loose, um dia resolvi fazer o coração e acabou virando minha marca registrada.

Como foi crescer em uma família de lutadores?

Se eu disser que foi normal pra mim não é justo rsrs. a cobrança sempre foi maior em cima de mim e do meu irmão e por ter um pai expoente no judô mundial tínhamos e temos que levar a serio. Quando éramos criança aprendemos brincando, mas com o passar dos anos virou nossa profissão e hoje temos uma rede de academias nos estados unidos e o nome da família Yamasaki está mundialmente consolidado na historia do judô e MMA.

Qual é a sensação de ver o MMA evoluir desta forma exuberante?

Eu nunca imaginei que chegaria onde chegou, mas eu sempre acreditei que poderia ir longe, expandir, crescer! Era meu sonho que isso acontecesse. No começo fazíamos tudo sozinho, sem infraestrutura, com o passar dos anos criei meu curso de formação de juízes laterais e árbitros de MMA o que ajudou a alcançar essa extraordinária evolução. Ainda podemos e vamos chegar mais longe, já tivemos sete edições do ufc no Brasil em 1 ano e isso só faz o MMA ficar cada vez mais forte. Sou muito grato a tudo que consegui através dele.

 Em qual parte de sua trajetória você percebeu que seria árbitro de MMA?

Quando eu estava nos EUA e achei um panfleto no chão divulgando uma luta do UFC, na hora eu quis ir assistir. Depois disso acabei fazendo amizade com o John Mccarthy e fui aprendendo com ele até o dia que abriu uma vaga para eu arbitrar. Claro que a primeira vez estava super nervoso achando que não ia conseguir, mas meu professor tinha sido o big John e ele apenas me garantiu que eu me sairia muito bem rsrs depois desse dia nunca mais sai do octógono e nem pretendo fazê-lo tão cedo!

Mário, nunca pensou em seguir uma carreira no jiu-jítsu ou no judô?

 Mas eu já segui carreira, sou faixa preta nas duas modalidades quarto dan. dei muita aula pra chegar onde estou hoje, mas chega uma hora que temos que fazer escolhas e eu escolhi contribuir para o MMA e para as lutas fora do tatame.

Qual é a sua opinião sobre as novas regras para o MMA?

Todas as mudanças são para o bem, sempre é necessário presar a segurança dos atletas pois eles são as grandes estrelas do espetáculo.

E pra finalizar Mário, gostaria de mandar uma mensagem para os fãs do Nocaute na Rede?

Um abraço a todos que acompanham o nocaute na rede e continuem acompanhando o UFC. Vamos pra luta! oss.



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