Exclusivo: Roy Nelson fala sobre rotina na pandemia e negócios inacabados com Mitrione

Kauê Macedo entrevista Roy Nelson
(Foto: UFC.com, Zuffa, LLC)

(Foto: UFC.com, Zuffa, LLC)

Roy Nelson foi um dos pesos pesados mais carismáticos que já passou pelo UFC. Todos que acompanham o esporte conseguem lembrar de pelo menos alguns de seus nocautes brutais e suas comemorações alisando a barriga, mostrando não se importar com coisa alguma.

Ao longo de sua carreira no UFC, Roy Nelson conseguiu nocautear nomes relevantes como Brendan Schaub, sSefan Struve, Matt Mitrine, Cheick Kongo, Rodrigo Minotauro e Antônio Pezão. Perto de encerrar sua carreira, Nelson tenta fechar seu último capítulo com chave de ouro. Hoje no Bellator, ele tem novos desafios à vista e um caminho duro pela frente. 



Confira abaixo nossa breve conversa realizada na última semana.  

 

Kauê: Você foi um dos personagens mais icônicos que o peso pesado já teve. Nocautes, carisma e celebrações peculiares ficaram marcados na memória de muitos fãs. Quando você olha para a sua carreira, para além das performances como atleta profissional, você gosta da história e da imagem do “personagem” Roy Nelson pelo qual você será sempre lembrado? 

Roy Nelson: Quanto à história de Roy “Big Country” Nelson, foi se fechando um capítulo do livro do MMA, impactando e entretendo as pessoas de uma maneira totalmente diferente do que tinha acontecido anteriormente. 

 

Kauê: Na sua bio do Instagram está a frase “perto de ser o campeão do Bellator”. Esse é um objetivo que te mantém focado e motivado para continuar treinando e competindo. 

Roy Nelson: Sim, com certeza. Eu sempre me esforço e me mantenho focado para ser o melhor possível, nada além disso. 

 

Kauê: Até o momento, você tem um impressionante percentual de 82% de nocautes e finalizações em suas vitórias. Com tantos nocautes marcantes, qual é seu favorito? 

Roy Nelson: São muitos, mas meu nocaute favorito foi ter nocauteado Brendan Schaub. Além de ser um belo nocaute, foi ele que cimentou o iníco do meu legado no UFC ao vencer o The Ultimate Fighter. 

 

Kauê: Nos últimos meses, a pandemia do coronavirus alterou bastante a maneira de viver das pessoas, incluindo a dos atletas. Como tem sido sua rotina e treinamento durante esse período? 

Roy Nelson: Desde que essa pandemia começou, minha visão da vida muito e comecei a reavaliar e entender o que é realmente importante para mim, voltando às minhas raízes inclusive nos métodos de treinamento. 

 

Kauê: Você está planejando seu retorno ao MMA? Tem uma data, evento ou oponente em mente? 

Roy Nelson: É difícil saber uma data por não sei quando o Bellator voltará a realizar os eventos. Quanto ao oponente, gostaria de enfrentar Cheick Kongo, que acabou de disputar o cinturão. Ou até mesmo Matt Mitrione, temos negócios inacabados. 

 

Kauê: Você lutou uma vez no Brasil e teve uma performance impressionante sobre Antônio Pezão, nocauteando-o no segundo round. Como foi sua experiência aqui no Brasil? 

Roy Nelson: Minha experiência no Brasil foi incrível e inesquecível. Os fãs tem muito amor pelo MMA, nunca esquecerei. 

 

Você pode encontrar Roy Nelson em todas as redes sociais através dos links abaixo: 

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Jornalista freelancer. Matérias publicadas em Nocaute na Rede, Correio Paulista, Medium, Shion Magazine, NetFighter e Pitaco Esportivo. contato: [email protected]
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