Problemas na semana da luta tiraram foco de Bate-Estaca

Jessica Bate-Estaca, começou mal o ano de 2015. Após três vitórias consecutivas, a brasileira parou em Marion Reneau, no UFC: Pezão x Mir, realizado no mês passado, em Porto...

Jessica Bate-Estaca, começou mal o ano de 2015. Após três vitórias consecutivas, a brasileira parou em Marion Reneau, no UFC: Pezão x Mir, realizado no mês passado, em Porto Alegre. Ela começou bem o combate, mas acabou caindo no triângulo da adversária de 37 anos e reconheceu o erro ao não seguir a estratégia traçada. Alguns problemas em sua vida pessoal na semana do evento acabaram prejudicando a sua concentração, de acordo com a lutadora.

(Foto: UFC)

(Foto: UFC)

“Antes de entrar na luta, eu não estava muito bem, senti que algo ia dar errado. Não estava com concentração, muito menos focada, porque tinham acontecido problemas durante a semana, brigas na família; entrei muito mal. A hora que o primeiro soco dela entrou no meu nariz, comecei a sangrar. Nunca havia acontecido isso. Fiquei com muita raiva, perdi a noção do que tinha que fazer. Meu pensamento foi: “Vou matá-la”. Lembro apenas de algumas partes da luta. Quando ela encaixou o triângulo, tapou a minha boca e, com o nariz já sangrando muito, não consegui respirar e bati. Faltou muita concentração. Tinha treinado para não entrar no jogo dela, para não entrar no triângulo, porque na trocação. Eu era muito melhor do que ela, tanto que precisei só de um soco para derrubá-la. Mérito dela, minha equipe passou o jogo certo, mas eu o fiz tudo errado.” Afirmou a lutadora em entrevista ao Combate.com.



De olho em sua recuperação no UFC, Bate-Estaca pretende voltar ao octógono o mais breve possível. Talvez até mesmo no meio do ano, e diz não ter preferência por local ou oponente. Sua única ideia neste momento é a de reencontrar o caminho das vitórias para que no futuro, possa enfrentar sua compatriota Bethe Correia, a quem chegou a provocar antes do revés contra Reneau.

“Eu sou faixa azul de jiu-jítsu, e ela tem muito mais experiência do que eu. Vou treinar e me concentrar mais. Tenho certeza que voltarei melhor. E, se Deus permitir, com vitória. Gostaria de lutar o mais rápido possível, pode ser em junho ou julho. Quanto ao lugar, não importa muito, tanto faz se for no Brasil ou não. Mas, após essa derrota já não sei o que o UFC vai colocar. Ainda quero lutar contra a Bethe, mas tenho que reconquistar meu espaço, começar tudo de novo. E aí, quem sabe, ela tope lutar comigo.” Completou a atleta.

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Escrito por Maria Alicia de Oliveira.



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