Radicado em Santos, chileno bom de luta vence no Jungle Fight e sonha com o UFC

Fala tranquila, estatura baixa, com 1,67m. À primeira vista, o chileno Gaston Manzur pode enganar sobre seu potencial, mas quando entra no “cage” se transforma num grande lutador de...

Fala tranquila, estatura baixa, com 1,67m. À primeira vista, o chileno Gaston Manzur pode enganar sobre seu potencial, mas quando entra no “cage” se transforma num grande lutador de MMA. Radicado em Santos há um ano e três meses, onde mora com o mestre Marcelo Nigue, considerado quase um pai, o lutador é um dos destaques do Jungle Fight e sonha em chegar ao UFC, o principal torneio do Mundo na modalidade.

Lutando na categoria mosca (57 quilos), tem como característica a luta no chão. Começou no jiu jitsu, em sua cidade natal, Los Andes, e desde o começou despertou a atenção de seu atual treinador, Marcelo Nigue.



“Os resultados dele, desde que estava no Chile, mostram como é promissor. Ele é top cinco de sua categoria e acredito que mais uma luta deve disputar o cinturão do Jungle Fight, que é sócio do UFC nos pesos leves. Então deve ser questão de tempo alcançar essa meta”, diz Nigue.

O chileno bom de luta vem de vitória no Jungle Fight 78, em São Paulo, sobre Leonardo Soldado, e agora aguarda uma nova luta para tentar o cinturão.

“Meu sonho é chegar ao UFC. Estamos treinando como se fosse lutar amanhã no UFC”, destaca o atleta de 26 anos, patrocinado pela Memorial, dizendo estar bem adaptado a Santos.

“Gosto da cidade. Fui bem recebido e estou com um cara que é como um pai para mim, o mestre Marcelo Nigue, que me conhece desde criança. Isso facilita a adaptação”, conta o atleta também fã de futebol e do meia Valdívia. “Até virei palmeirense”, brinca Gaston.

Gaston Manzur com Marcelo Nigue. (Foto: Fábio Maradei)

Gaston Manzur com Marcelo Nigue. (Foto: Fábio Maradei)

A relação dele com Nigue é longa.

“Fui mestre do primeiro mestre dele, o Jaime Garcia, que treinou comigo um ano para ensinar o Brazilian Jiu Jitsu em Los Andes. Acompanhei a carreira do Gaston desde pequeno e vi todo o seu potencial”, destaca Nigue, responsável pelo apelido que Gaston já não usa mais: cabeludo. “Quando criança eu tinha cabelos longos e ele só me chamava assim e ficou”, lembra rindo Gaston.

O treinador é, sem dúvida, o maior torcedor para que Gaston chegue ao topo de sua categoria.

“Acredito muito nele no UFC. É o sonho de qualquer treinador e atleta é chegar no maior evento do mundo. Eu não consegui lutar no UFC, mas quero me tornar o maior treinador do mundo”, ressalta Nigue, que também construiu uma carreira nas lutas.

Aos 40 anos, é campeão mundial de jiu jitsu e luta MMA.

“Tenho 15 lutas com 14 vitórias e continuo lutando”, lembra. Mas sua grande atuação vem sendo como mestre de vários lutadores que estão se destacando. “Além do Gaston, meu peso pesado, o Rodrigo Nocaute, foi considerado o mais perigoso do País na sua categoria”, lembra.

“Também tenho minha academia, na rua Joaquim Távora, onde desenvolvo uma ação social, com crianças com síndrome de Down e autismo. É um trabalho que me dá muita satisfação”, complementa Nigue, reconhecendo o apoio que recebe da Memorial para o desenvolvimento de sua atividade. “Tenho de agradecer à família Memorial, ao Sr. Pepe e ao Denys Altstut que sempre me ajudam no meu trabalho”, finaliza.

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